Quatro caras discutiam no ônibus, primeiro, em forma de códigos masculinos até o momento em que tudo ficou escancarado.
Falavam de mulher, de seus apetrechos ou a falta deles, um se posicionava a favor da beleza, da boa aparência, falavam de estética, mas passaram a falar de conteúdo.
Dizem por aí, que a mulher tem nos olhos dois cifrões $ . $, se é de fato, ou se pode generalizar é o que se torna a questão, mas segundo a história dos caras segue mesmo esta versão.
O moço trabalhador diz que gosta de agradar sua companheira, levar para o shopping, comprar presente, mas não gosta de ser cobrado disso, ao que se entende, ela, a namorada, trabalha, mas pede habitualmente no mesmo dia, dinheiro. Ele que vê o nome dela no telefone, nem sente vontade de atender, ela diz: “Preciso de dinheiro”, ele revoltado diz que não funciona assim.
Mas todos eles concordam, brincam com a frase e usam de vã justificativa, que toda panela tem sua tampa, mas existe mulher que é frigideira e como já sabemos a frigideira não tem tampa, mas sempre que possível rouba a tampa de outra.
Falavam de mulher, de seus apetrechos ou a falta deles, um se posicionava a favor da beleza, da boa aparência, falavam de estética, mas passaram a falar de conteúdo.
Dizem por aí, que a mulher tem nos olhos dois cifrões $ . $, se é de fato, ou se pode generalizar é o que se torna a questão, mas segundo a história dos caras segue mesmo esta versão.
O moço trabalhador diz que gosta de agradar sua companheira, levar para o shopping, comprar presente, mas não gosta de ser cobrado disso, ao que se entende, ela, a namorada, trabalha, mas pede habitualmente no mesmo dia, dinheiro. Ele que vê o nome dela no telefone, nem sente vontade de atender, ela diz: “Preciso de dinheiro”, ele revoltado diz que não funciona assim.
Mas todos eles concordam, brincam com a frase e usam de vã justificativa, que toda panela tem sua tampa, mas existe mulher que é frigideira e como já sabemos a frigideira não tem tampa, mas sempre que possível rouba a tampa de outra.